quinta-feira, 25 de março de 2010

A vida, fodasticamente!!!!

Pios é personas,

Como eu to sem imaginação pra criar um texto legal, vou escrever qualquer bosta aqui pra poder sempre ta atualizando esse Blog.
Eu tenho pensado muito sobre a vida, tudo no que diz respeito a ela, sobre como ela nos influencia no nosso cotidiano, sim, por que se não fosse a vida que nós temos, nós não estaríamos vivos. Ao mesmo tempo que a vida nos fode, ela nos ajuda, querem um exemplo?
Eu estava caminhado outro dia na rua, quando de repente reparei em mim uma puta bosta de pombo, piorrrrr, tava de camiseta preta, e pra ajudar mais, tinha duas garotas que racharam o bico quando viram aquele filha da puta daquele pombo cagar em meu ombro que serve de consolo para as pessoas necessitadas de um amigo. Ai eu pensei:

__ Puta merda, mas como a vida é injusta, logo eu, que to de camiseta preta, viro alvo de cu de pombo e mais, sirvo de piada para aquelas duas adolescentizinhas filhas de duas quengas rirem de mim.

Assim que eu pensei aquilo, como numa cena de filme, escutei um barulho como se fosse de estilhaço de vidro e um grito na sequência, achei que fosse mais uma armação do Serginho Malandro. Mas não, era a minha vida me livrando de pagar um mico, olhei pro lado e vi uma velhinha estirada no chão sem respirar, com a cabeça sangrando e com o dedão do pé dentro do ouvido esquerdo.

Quando olhei para aquelas garotas, percebi que elas nem mais ligavam para o que tinha acontecido comigo, e sim, que prestavam atenção na morte lenta e sofrida daquela velhinha.

Vocês percebem o que aconteceu nesse dia? Primeiro o pombo cago na minha camiseta preta, depois as garotas gargalhavam de mim, em seguida alguns barulhos e pra finalizar com chave de ouro, a morte de uma velhinha que se lasco com o dedão do pé no ouvido e a cabeça rachada.

Conclusão:
A vida me ajudou, desviando a atenção daquelas garotas malditas que olhavam a bosta de pombo no meu ombro, para a morte da velhinha. A morte daquela senhora não foi em vão, foi pra dar tempo d'eu correr pra casa e trocar de camiseta.

Conclusão 2:
A vida me fode, mas também fode os outros.

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